O que os olhos fingem não ver, o coração sangra silenciosamente em dor

É assim as consequências de nossas escolhas, seja em qual âmbito de nossa vida, seja em qual temática levarmos, nosso sim ou a ausência de nãos trazem consequências, boas ou ruins, e diante desse processo, diante a cada passo, já necessário assumir os resultados.

Pensar, refletir, colocar no papel e rezar ou orar, diante cada escolha e novo passo é essencial e necessário para a construção de um eu melhor, de pessoas melhores e de uma sociedade mais justa e humana. Não se trata apenas a gestualidade de levar o pão, dar-se o de comer a quem tem fome. Afinal inúmeras vezes negligenciamos a contextualização da verdadeira fome, que não significa em apenas dar ode comer.

“O que os olhos fingem não ver”…
Uma linha que podemos seguir para nossa reflexão passa livremente pela valorização do outro que nos convida a olharmos se nossas escolhas diárias traz em si uma postura que enaltece a pessoa de maneira capaz a dignificarmos como pessoa humana.
Quantas são as atitudes que hoje vem diminuindo a pessoa, direito que temos e que nunca tivemos de maneira funcional, o certo e o errado sendo rasgado, família? Saúde? Educação? Trabalho? Economia? Segurança e Crenças? A sociedade segue trilhando passos onde analfabetos funcionais vem sendo aplaudindo por sua distante capacidade evolutiva e assertiva, aqui trago uma pequena reflexão “ninguém pode dar o que não se tem’… Se o homem é incapaz de pensar no outro, como esse vai de uma hora para outras voltar-se ao outro? É incoerência. Foge da essência para qual o homem foi criado. O homem foi criando para o amor, para amar e ser amado. E isso livremente basta. – “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo”. – O que dizer?
Amar o outro como a si mesmo é o grande segredo. És a receita que para cada qual se difere, a contextualiza a verdade por onde a humanidade deve dar seus passos. Talvez aqui, podemos levantar uma linha que traduz e revela que o homem que não se ama, é incapaz de olhar para si e o que dirá ao outro. Como levar amor se não tenho. Como dá ao outro água em meio a constate seca? Se dá torneira não sai água, pode podereis encher o copo.

Eu, você, nossas autoridades e o próximo não seremos capazes de levar uma transformação se ainda estamos fechamos em nossa cega lucidez de pensarmos e estarmos alicerçado, aprisionado dentro de nós. Fazer o bem, requer estar bem e principalmente se faz necessário termos coragem de esvaziarmos para que o outro seja feliz.
É um processo interno que livremente consegue resultados em nossa vida ordinária, nossa coragem em sermos ao outro resulta no bem comum. Se Cristo se fez pão, o que podemos ser além da coragem da gestualidade do partir do pão.

“O coração sangra silenciosamente em dor”…
Sangrar, sofrer faz parte e é sorte de todos, como dizia Padre Pio, mas nesse processo ardo, sofrido gera vidas, gera humanidade digna e o sangue derramado por mártires potencializa a mística devocional dos bons filhos.
A dor que precisa ser gerada, o sofrimento que precisa doer em nós passa pelo reciproco amor, gera em nosso âmago o desejo que o outro seja prioridade em mim.
Peço hoje a Deus que nos ensine a termos coragem de olharmos aos olhos do outro, da humanidade.

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